Financiamento

Notário bilíngue para não residentes

Apresentação a um notário habituado a não residentes e explicação clara do processo de compra.

Mediante apresentação

Signing a property deed before a notary

French Realty

Informe, oriente e coordena: um único interlocutor que define seu processo e acompanha o serviço até o fim.

Parceiro especializado

Realiza o serviço sob a própria responsabilidade, orçado e faturado por ele.

O essencial em quatro frases

Na França, uma venda imobiliária só se conclui diante de um notário, oficial público nomeado pelo Estado desde a ordenança de 2 de novembro de 1945: ele não é advogado nem do vendedor nem do comprador, está obrigado à imparcialidade e responde pela validade da escritura. Seus honorários são tabelados por decreto, logo idênticos de um cartório a outro, e representam apenas uma pequena parte do que se chama custos de notário, formados em sua maioria por tributos pagos ao Estado e aos entes locais. Ter seu próprio notário não custa portanto nada a mais: quando dois notários atuam, eles dividem os mesmos honorários. Um comprador que não entende francês deve ser assistido por um intérprete, já que a escritura pública é lavrada em francês, e pode assinar sem viajar, por procuração pública ou por comparecimento remoto, aberto desde 2020. A French Realty orienta você a um notário cujo cartório trabalha no seu idioma e coordena as trocas; ela não lavra nenhuma escritura e não detém nenhum recurso.

O que é um notário francês, e para quem ele trabalha?

Para ninguém em particular, e é disso que se trata. O notário é um oficial público nomeado pelo Estado, que recebe sua missão da ordenança de 2 de novembro de 1945: ele confere autenticidade às escrituras, está obrigado à imparcialidade perante todas as partes, e responde profissionalmente pela validade do que lavra. Não é um advogado a serviço de um lado.

O que o notário francês não é, e com o que o confundem
Confundido comNa realidade
Um advogado que defende seus interessesUm oficial público imparcial, que informa as duas partes igualmente
Um mero registrador de assinaturasO redator da escritura, responsável por sua validade e efeitos
Um profissional livre para fixar seu preçoUm oficial cujos honorários são tabelados por decreto, iguais em toda parte
O notário do vendedor, logo contra vocêO redator da escritura, obrigado a informar você tanto quanto ao vendedor

Uma consequência prática dessa imparcialidade costuma surpreender compradores vindos de países de common law: o notário não negociará por você e não dirá se o preço é bom. Esse trabalho pertence a um caçador de imóveis parceiro com licença carte T, que atua apenas para o comprador. Os dois papéis se complementam e não se substituem.

Como transcorre uma venda diante do notário, etapa por etapa?

Em duas escrituras separadas por dois a quatro meses, e a maior parte do trabalho acontece nesse intervalo, fora da sua vista. Ali o notário consulta o município, o cadastro, a administradora e os serviços de registro de imóveis, e é o que ele encontra que decide se a escritura pode ser assinada.

  1. O pré-contrato: promessa ou compromisso, assinado no cartório ou por instrumento particular. Fixa o preço, as condições suspensivas e a data limite da escritura.
  2. O prazo de arrependimento: dez dias para o comprador não profissional, sem motivo nem multa, a contar da notificação do pré-contrato.
  3. A instrução: o notário reúne a certidão de ônus, as peças urbanísticas, os documentos de condomínio, e notifica o município de seu direito de preferência.
  4. O financiamento: o banco emite a oferta, corre o prazo de reflexão de onze dias, e os recursos são chamados pelo notário poucos dias antes da escritura.
  5. A escritura pública: leitura, assinatura, entrega das chaves, e pagamento do preço a partir da conta do cartório, nunca de mão em mão.
  6. Depois da escritura: registro no serviço de publicidade imobiliária, e depois entrega do título de propriedade, vários meses mais tarde.

O preço nunca transita diretamente entre as partes: é transferido para a conta do cartório, que o retém até o registro e o repassa depois. Essa mecânica, que parece pesada, é a principal proteção do comprador estrangeiro: ela impede que um vendedor receba antes de a transferência de propriedade ser oponível a todos.

Pode-se escolher o notário, e em que condições?

Livremente, e sem condição territorial há muito tempo: um notário de Lille pode lavrar a escritura de um imóvel situado em Nice. A verdadeira questão não é portanto se você pode escolher, mas o que você escolhe, e para um comprador estrangeiro o critério decisivo não é a proximidade nem a notoriedade, é o idioma de trabalho do cartório.

Os critérios de escolha, e seu peso real para um não residente
O critérioSeu peso real
O idioma praticado pelo cartórioDecisivo: a escritura se lê integralmente antes da assinatura, e é em francês
A prática com processos internacionaisImportante: regime de bens estrangeiro, sucessão, representante fiscal
O preçoNulo: os honorários são tabelados, idênticos em toda parte
A proximidade geográfica do imóvelBaixo: a competência é nacional, e a escritura se assina à distância

O único caso em que a escolha escapa parcialmente é o de um vendedor que já constituiu o seu: você não o fará trocar. Mas nem por isso precisa abrir mão do seu, e é precisamente o objeto da próxima seção sobre os dois notários.

O que se paga realmente sob o nome de custos de notário?

Tributos, em sua maioria, e a expressão francesa é enganosa a ponto de ter virado um mal-entendido internacional. O que o comprador paga ao cartório se divide em três massas muito desiguais, e a parte que realmente cabe ao notário é a menor das três.

As três massas, e para quem vão
A massaPara quem vaiSua parte
Impostos de transmissãoO Estado, o departamento e o municípioA grande maioria do total no usado
DesembolsosTerceiros: cadastro, administradora, agrimensor, registroUma parte pequena, adiantada e depois repassada ao custo
Honorários do notárioO cartório, única remuneração de seu trabalhoA menor das três, tabelada e regressiva

Duas consequências decorrem, em sentidos opostos. A primeira tranquiliza: negociar os custos de notário quase não faz sentido, já que a maior parte não pertence ao notário. A segunda custa: esses custos são mais altos no usado que no novo, e se pagam à vista no dia da escritura, geralmente sem poder ser financiados pelo empréstimo.

Existe porém uma economia real, e muitas vezes ignorada: os móveis vendidos com o imóvel, se inventariados e avaliados de forma sincera, ficam fora da base dos impostos de transmissão. Uma cozinha planejada, armários ou equipamentos de piscina entram legitimamente ali, desde que avaliados pelo valor real e não pelo número que conviria.

Quanto tempo passa entre o compromisso e as chaves?

Dois a quatro meses, e esse prazo não é lentidão administrativa: é a soma de três prazos de ordem pública que nem o notário nem as partes podem abreviar. Querer assinar em três semanas não é ambicioso, é juridicamente impossível.

Os prazos que compõem o intervalo, e quem os impõe
PrazoDuraçãoQuem o impõe
Arrependimento do comprador10 diasA lei, sem motivo nem multa
Resposta do município à declaração de intenção de vender2 mesesO Código do Urbanismo, o silêncio valendo renúncia
Condição suspensiva de financiamento1 mês no mínimo, 45 a 60 dias na práticaO Código do Consumidor, e seu banco
Reunião dos documentos de condomínio2 a 6 semanasA administradora, e é o único prazo realmente negociável

Os três primeiros prazos correm em parte em paralelo, e por isso o total gira em torno de três meses e não de cinco. A única alavanca real nesse calendário é fornecer rápido os documentos que dependem de você, certidões traduzidas incluídas: cada documento faltante adia o conjunto na mesma medida, e os documentos de um comprador estrangeiro são os que chegam por último.

Dá para assinar sem vir à França, e como?

Sim, por duas vias, e a escolha entre elas não é indiferente. A procuração pública transfere a assinatura a um mandatário presente no cartório. O comparecimento remoto, aberto pelo decreto de 3 de abril de 2020, faz você mesmo assinar, por videoconferência, de outro cartório ou de casa conforme o dispositivo.

As duas vias, e o que as separa
O pontoProcuração públicaComparecimento remoto
Quem assina a escrituraUm mandatário, em seu nomeVocê mesmo, na tela
O que prepararUma procuração lavrada por notário, traduzida e apostilada se vier do exteriorUm agendamento, uma conexão, e um documento de identidade
O prazo a preverDuas a quatro semanas, o tempo da apostilaAlguns dias, o tempo de uma janela
O que se perdeVocê não ouve a leitura da escrituraNada, se a conexão aguentar e o idioma for compreendido

Um ponto de direito decide mais que o conforto: a escritura pública é lavrada em francês, e quando uma parte não compreende esse idioma, a intervenção de um intérprete se impõe para que o consentimento seja esclarecido. Não é uma cortesia, é uma condição de validade do consentimento. Um cartório que trabalha no seu idioma elimina esse atrito antes de ele existir.

O que verificar na escritura antes de assiná-la?

A escritura se lê integralmente antes da assinatura, e essa leitura é o único momento em que um erro se corrige sem custo. Seis pontos merecem ser acompanhados palavra por palavra, porque uma imprecisão ali produz efeitos que a boa-fé não conserta.

Os seis pontos a acompanhar durante a leitura
A verificarO que um erro ali produz
A identidade e o regime de bens dos compradoresUm imóvel que não pertence a quem você pensa, e uma sucessão complicada
A designação do imóvel, unidades e frações incluídasUm depósito ou vaga que não é vendido junto, descoberto depois
A separação do mobiliário e seu valorUma base de tributos contestável, e uma autuação possível
As servidões e as condições especiaisUma servidão de passagem ou restrição de uso que acompanha o imóvel
A certidão de ônus e a baixa das inscriçõesUm imóvel comprado com uma hipoteca ainda registrada
O demonstrativo de valores e a origem dos recursosUma transferência travada no dia da escritura por falta de comprovante

A origem dos recursos é o ponto que mais surpreende, e é o que de fato trava vendas no dia marcado. O notário está sujeito aos deveres de vigilância do artigo L561-2 do Código Monetário e Financeiro: ele precisa poder justificar de onde vem o dinheiro, e uma transferência vinda de conta de terceiro ou de jurisdição sensível sem explicação escrita suspende a assinatura. Prepare esses comprovantes semanas antes, não na véspera.

Que riscos pesam sobre um comprador estrangeiro diante do notário?

Nenhum que diga respeito à segurança da escritura: é precisamente o que a autenticidade garante, e é um dos sistemas mais protetores que existem. Os riscos estão em outro lugar, no que a escritura compromete sem que você tenha entendido, e são todos de natureza linguística ou patrimonial.

Os três riscos reais, e o que os cobre
O riscoO que produzO que o cobre
Assinar uma escritura lida em idioma mal compreendidoUm consentimento frágil, e cláusulas descobertas depoisUm cartório que trabalha no seu idioma, ou um intérprete
Comprar sob um regime de bens mal transpostoUma propriedade dividida de forma diferente da desejada, visível na sucessãoUma declaração de lei aplicável, lavrada pelo notário
Ignorar a lei que regerá a transmissão do imóvelHerdeiros necessários que seu país não conheceUm testamento designando a lei da sua nacionalidade

Um quarto risco não diz respeito à compra mas à revenda, e no entanto se prepara no dia da aquisição: um vendedor não residente estabelecido fora do Espaço Econômico Europeu deve designar um representante fiscal credenciado quando o preço ultrapassa 150 000 euros, nos termos do artigo 244 bis A do Código Geral de Impostos. Isso se sabe na compra e se orça, ou se descobre às pressas quinze anos depois.

Ter seu próprio notário custa mais caro?

Não, e essa é provavelmente a informação menos conhecida de toda a compra imobiliária francesa. Quando dois notários atuam, um pelo vendedor e outro pelo comprador, eles não cobram duas vezes: dividem os mesmos honorários, tabelados por decreto. O custo total para as partes é rigorosamente idêntico.

Um notário ou dois: o que muda e o que não muda
O pontoUm só notárioDois notários
O custo para vocêOs honorários tabeladosOs mesmos honorários, divididos entre eles
Quem lavra a escrituraEleO do vendedor em geral, o outro revisa e discute
Quem explica o que você assinaEle, com a mesma imparcialidade para com o vendedorO seu, no seu idioma e no seu ritmo
O prazoO mais curtoAlguns dias a mais, pelo vaivém

A questão não é portanto financeira, é prática: um segundo notário acrescenta alguns dias e uma revisão por quem não lavrou a escritura. Para um comprador que lê francês fluentemente e adquire um apartamento sem complicações, o ganho é modesto. Para um comprador estrangeiro, casado sob regime não francês e comprando do outro lado do mundo, é o que torna a leitura realmente possível.

Que lei regerá a transmissão do seu imóvel francês?

A da sua última residência habitual, salvo se você decidir de outro modo, e essa frase merece ser relida: desde o regulamento europeu 650/2012, uma única lei rege toda uma sucessão internacional, e por padrão é a do país onde você viveu por último, não a do país onde está o imóvel.

Três situações, e a lei que se aplica
Sua situaçãoA lei aplicável por padrão
Você mora no exterior e tem um imóvel na FrançaA lei do seu país de residência, para toda a sucessão
Você se instala na França para seus últimos anosA lei francesa, inclusive para seus bens deixados no exterior
Você designa a lei da sua nacionalidade por testamentoA que você escolheu, o regulamento o permite expressamente

A questão concreta tem um nome: a legítima. O direito francês impõe uma parte mínima aos filhos, o que muitos direitos anglo-saxões ignoram. Conforme a lei que se aplicar, seu imóvel francês irá portanto a quem você designou, ou a quem a lei designa em seu lugar. A escolha se faz por testamento, lavrado pelo notário, e se faz em vida: é a única janela.

Como se calculam os honorários, e por que são regressivos?

Por faixas de preço, com uma alíquota que decresce à medida que o preço sobe, tudo fixado por decreto. Essa tabela explica algo que costuma espantar: a parte do notário, em relação ao preço, é bem menor em um imóvel de prestígio que em um estúdio, ainda que o trabalho não seja proporcionalmente menor.

  • Os honorários são proporcionais ao preço, por faixas, e a alíquota de cada faixa decresce: é a regressividade.
  • São idênticos em todos os cartórios da França, por serem fixados por decreto: compará-los não faz sentido.
  • Um desconto é possível acima de certo valor, a critério do cartório e dentro de um limite fixado pelo texto.
  • Não cobrem nem os impostos de transmissão, pagos ao Estado e aos entes locais, nem os desembolsos adiantados a terceiros.
  • As escrituras acessórias, procuração pública ou testamento, têm seus próprios honorários, também tabelados.

O que essa tabela implica merece ser dito claramente a um comprador vindo de um país onde se negociam honorários: não há nada a negociar, e um cartório que oferecesse tarifa abaixo da tabela estaria fora da lei. A energia da negociação vai portanto inteiramente para o preço do imóvel, nunca para os custos.

Quais erros custam mais caro diante do notário?

Todos se parecem: ter tratado a ida ao notário como uma formalidade de encerramento, quando é o único momento em que tudo se decide e se fixa. Depois da assinatura, o que foi escrito produz seus efeitos, inclusive o que não foi lido.

Seis erros, e o que realmente custam
O erroO que custa
Abrir mão do próprio notário para economizarNada economizado, já que os honorários se dividem, e uma revisão perdida
Assinar uma escritura lida em idioma mal dominadoCláusulas descobertas depois, sem recurso útil
Preparar os comprovantes de origem dos recursos na vésperaUma assinatura adiada, e às vezes uma data de escritura perdida
Não dizer nada sobre o regime de bens estrangeiroUma propriedade dividida de outro modo, visível anos depois
Não fazer testamento sobre o imóvel francêsUma sucessão regida por uma lei que você não escolheu
Supervalorizar o mobiliário para reduzir tributosUma autuação, e multas que superam a economia pretendida

O sétimo erro é o de um comprador apressado: recusar a leitura integral da escritura porque é longa. Essa leitura é a própria garantia da autenticidade, e é o último momento em que um erro material se corrige com um traço de caneta. Depois, é preciso uma escritura retificadora e a concordância da outra parte.

O que a French Realty faz em torno do notário, e o que ela não faz?

Ela orienta você a um cartório cujo idioma de trabalho é o seu e cujos processos internacionais são o cotidiano, e então mantém a circulação dos documentos entre você, o cartório, o banco e o caçador parceiro. É um trabalho de coordenação e calendário, não um trabalho jurídico.

  • A orientação: um cartório que trabalha no seu idioma e trata rotineiramente regimes de bens e sucessões internacionais.
  • Os documentos: a lista do que o cartório espera de você, o que deve ser traduzido por tradutor juramentado e o que deve ser apostilado.
  • O calendário: as datas que comandam, a preparação da origem dos recursos bem antes, e a procuração iniciada a tempo.
  • A coordenação: as trocas entre o cartório, o banco, a administradora e o caçador parceiro, para que nada espere uma cobrança.

O que ela não faz: não lavra nenhuma escritura, não dá nenhuma consultoria jurídica, reservada pela lei de 31 de dezembro de 1971, e nunca detém seus recursos, que transitam apenas pela conta do cartório. Sobre o alcance de uma cláusula ou a escolha de uma lei sucessória, a resposta pertence ao notário, e encaminhar você a ele faz parte do serviço.

O notário é um participante essencial em qualquer aquisição na França. Apresentamos você a um cartório habituado a clientes estrangeiros e não residentes, capaz de explicar as etapas (contrato-promessa, escritura pública, prazos, fundos, assinaturas à distância). Ajudamo-lo também a compreender seu papel e a preparar os documentos necessários para que o processo avance sem bloqueios.

Benefícios

  • Processo clarificado · Compreende com precisão as etapas, os prazos e os documentos a fornecer até a assinatura.
  • Notário habituado a estrangeiros · O cartório está habituado às especificidades dos não residentes (assinatura à distância, tradução, fluxos internacionais).
  • Segurança jurídica · Sua compra fica assegurada no quadro do direito francês, com um interlocutor identificado.

Percurso

  1. 1. Apresentamo-lo a um cartório notarial habituado a clientes não residentes.
  2. 2. O notário entra em contato com você para explicar o processo e reunir as peças.
  3. 3. Mantemo-nos em apoio, se necessário, para facilitar as trocas e o calendário.
  4. Custo: ligação oferecida; os emolumentos do notário estão incluídos nos encargos notariais pagos no momento da compra.

Perguntas frequentes

Última atualização: setembro de 2026

Ter seu próprio notário custa mais caro?

Não, e essa é provavelmente a informação menos conhecida da compra imobiliária francesa. Quando dois notários atuam, um pelo vendedor e outro pelo comprador, eles não cobram duas vezes: dividem os mesmos honorários, tabelados por decreto e idênticos de um cartório a outro. O custo total é rigorosamente o mesmo. O que você ganha é uma revisão por quem não lavrou a escritura, e, se o cartório trabalha no seu idioma, uma leitura que você realmente compreende.

Por que escolher um notário acostumado com não residentes?

A escritura pública obedece a regras rígidas, e o caminho de um comprador que mora no exterior acrescenta especificidades: procuração, recursos internacionais, tributação transfronteiriça. Conectamos você a um notário parceiro que trata esses casos com regularidade e pode atender em inglês: cada cláusula é explicada em um idioma que você domina.

Posso assinar sem vir à França?

Sim. Para o contrato-promessa, a assinatura à distância é comum; para a escritura, o notário prepara uma procuração, a ser feita junto a um notário local, a uma embaixada ou nas formas admitidas pelo seu país. O notário parceiro orquestra essas formalidades e indica o caminho mais simples conforme sua residência.

Quem relê o contrato-promessa antes da assinatura?

O notário parceiro relê e explica o contrato-promessa cláusula por cláusula antes de qualquer assinatura: condições suspensivas, prazos, laudos, eventuais servidões. Na França, o comprador pessoa física dispõe depois de um prazo de arrependimento de dez dias: cuidamos para que você o use com pleno conhecimento.

Quais são os custos de aquisição para um não residente?

Os mesmos de um residente: imposto de transmissão na maior parte, mais os emolumentos do cartório e as formalidades. O notário parceiro dá o detalhe com valores antes do contrato-promessa, para que seu orçamento de compra já os inclua desde o início.

Como comprovar a origem dos meus recursos?

A regulamentação contra a lavagem de dinheiro obriga o notário a verificar a origem dos recursos, sobretudo vindos do exterior. O notário parceiro indica os comprovantes esperados (poupança, venda de ativos, doação, herança) e o caminho a seguir para que essa verificação não atrase a assinatura.

Que impostos franceses atingem um proprietário não residente?

Conforme sua situação: renda de aluguel a declarar na França se o imóvel é alugado, imposto predial e, no caso de segunda residência, imposto de moradia sobre imóveis vazios ou secundários conforme a cidade, e ganho de capital imobiliário no dia da revenda. O notário e, para estruturas mais complexas, uma assessoria tributária parceira dão o definição exato conforme seu país de residência e os acordos tributários aplicáveis.

Como funciona o ganho de capital na revenda?

O ganho de capital dos não residentes é tributado na França, com descontos que aumentam com o tempo de posse e obrigações específicas conforme o país, podendo passar por um representante fiscal. É um ponto a preparar antes de colocar à venda: o notário parceiro explica a mecânica e os valores esperados.

É melhor comprar em nome próprio ou por meio de uma sociedade (SCI)?

Depende da sua situação familiar, tributária e sucessória: uma SCI pode simplificar uma sucessão entre herdeiros residentes em certos países ou, ao contrário, criar restrições em outros. Não existe resposta universal: o notário parceiro, com uma assessoria tributária se necessário, estuda seu caso antes da compra, porque essa escolha é difícil de mudar depois.

Em que idioma acontecem as conversas?

Em francês ou em inglês, conforme sua preferência: o notário parceiro traduz os pontos-chave e redige as explicações no seu idioma. A French Realty continua sendo seu interlocutor único para coordenar o cartório com as outras etapas do caminho.

Seu estudo personalizado para seu financiamento

Uma leitura concreta do seu projeto na França: compra, financiamento, tributação, coordenada pelo seu interlocutor dedicado da French Realty.

Para ler sobre este assunto

Toda a categoria